Remuneração InteligenteConsultoria estratégica de remuneração
A maioria das empresas paga por telemedicina, plano odontológico e clube de vantagens — e não recebe de volta nem reconhecimento, nem engajamento, nem tolerância nos momentos difíceis. Não é o benefício que está errado. É o que ninguém te ensinou a fazer com ele.
Diagnóstico gratuito de Remuneração Inteligente. 40 minutos, sem compromisso.

O que está acontecendo
Quando alguém dá uma caixa de bombons, não é para a pessoa comer chocolate. É para que ela reconheça que existe alguém ali que se importa.
Com benefício corporativo acontece exatamente a mesma coisa — e quase nenhuma empresa percebe.
O que provavelmente está acontecendo na sua empresa neste momento:
Enquanto isso, você segue pagando a conta todo mês.
E tem os casos em que o benefício joga contra você:
O cartão que dá desconto em delivery e estimula seu time a gastar mais comendo fora do que gastaria cozinhando em casa. O poder de compra dele cai. E você é quem paga por isso.
A telemedicina que também oferece consulta presencial e, com isso, mantém o hábito de esperar a doença avançar — sem antecipar cuidado nenhum, sem reduzir absenteísmo nenhum.
O pacote "canivete suíço" com dez funcionalidades em que ninguém foca em nenhuma, e o impacto emocional é zero.
Você não tem um problema de benefício. Você tem um problema de motivo. E o motivo é a única coisa que gera reciprocidade.
O método
Somos uma consultoria estratégica de remuneração. Usamos benefícios recorrentes e de baixo custo como ferramenta para construir uma coisa só: a percepção real, contínua e comunicada de que a empresa se importa.
Acesso rápido à saúde do colaborador — e da família dele. Porque quem trabalha se preocupa mais com os pais, o cônjuge e os filhos do que consigo mesmo. É onde R$ 50 valem mais que R$ 4.500.
Salário é o que se paga em espécie. Remuneração é tudo o que se recebe em troca de performance. A maioria das empresas investe pesado no primeiro e não colhe nada, porque aumento salarial é mérito de quem recebeu — não de quem pagou.
O que a empresa faz quando alguém do time está passando por algo difícil é o que fica. É o alicerce, não o acabamento.
Trabalhamos no que sustenta a operação, não no que aparece nela.
Você não pode descuidar do alicerce da ponte. Por melhor que esteja a pista, por melhor que esteja a iluminação — sem alicerce, a ponte cai. As pessoas são assim. O alicerce delas é emocional, nunca racional.
Não prometemos consertar o emocional de todo mundo. Prometemos algo mais honesto e mais mensurável: fazer com que sua equipe passe a te enxergar com melhores olhos. É a partir dali que todo o resto funciona.
Benefício sem método
Benefício com método Acertho

Autoridade
A Acertho nasceu de dentro de um grupo empresarial que passou anos oferecendo benefícios do lado de quem opera — OdontoBase, Teleplantão Médico e Clube Regalia — e observando, de perto, o mesmo padrão se repetir em empresa após empresa: o benefício era entregue, pago, mantido — e não voltava nada.
A conclusão foi desconfortável: o problema nunca esteve no produto. Estava no fato de que ninguém ensina o empresário a dar.
Foi disso que veio o método de Remuneração Inteligente.
O que nos coloca em um lugar diferente do mercado:
Somos o lado que opera, não só o que vende. Desenvolvemos nossos próprios benefícios, então sabemos exatamente onde cada modelo do mercado falha — e por quê.
Trabalhamos com benefício recorrente e de baixo custo por convicção metodológica, não por limitação. Reconhecimento precisa de repetição, e repetição cara não se sustenta.
Não desaparecemos depois da implantação. A comunicação contínua com a equipe do cliente é o serviço. Sem ela, o benefício vira direito adquirido em quatro meses e o mérito da empresa evapora.
A oferta
O primeiro passo é gratuito e não tem contrapartida. É uma conversa de trabalho, não uma apresentação comercial.
Mapeamos o que sua empresa já oferece hoje, quanto isso custa de fato e quanto disso está efetivamente sendo usado e percebido pela equipe. Na maioria dos casos, a distância entre o que se gasta e o que se colhe surpreende o próprio empresário.
Identificamos os cavalos de Troia — benefícios que parecem presente e trabalham contra o poder de compra ou contra o hábito de saúde do seu time. E avaliamos se sua empresa precisa de implantação ou de descontaminação: quando já se dá coisa demais e nada mais gera efeito, é preciso limpar antes de implantar.
Definição de quais ferramentas fazem sentido para a sua realidade, para quem elas se estendem (colaborador, cônjuge, filhos, pais) e — o ponto central — qual é o motivo comunicável de cada concessão.
Implantamos as ferramentas e assumimos a comunicação recorrente com a sua equipe. É o que impede que o benefício vire obrigação e o mérito saia das suas mãos.
Acompanhamento periódico, ajuste de discurso e material para que a liderança consiga demonstrar cuidado de forma consistente — não em campanha pontual.
Você não precisa decidir nada no diagnóstico. Precisa apenas ver, com número na mesa, o que está deixando na mesa.
QUERO MEU DIAGNÓSTICO GRATUITODúvidas
Não é. Você pode ter as duas coisas e ainda assim não estar colhendo nada com elas — que é o cenário mais comum que encontramos. A pergunta que importa não é o que você oferece, é há quanto tempo você oferece e o que sua equipe entende sobre o motivo de você oferecer. Se a resposta for “há bastante tempo” e “nunca conversamos sobre isso”, o benefício já virou obrigação e o mérito saiu de você. Nosso trabalho começa exatamente aí — e, em muitos casos, sem trocar o que você já tem.
Trabalhamos deliberadamente com benefícios recorrentes e de baixo custo, porque só o que é sustentável pode ser repetido — e reconhecimento depende de repetição. Um colaborador de R$ 2.500 já custa perto de R$ 4.500 para a empresa. A conversa não é sobre gastar mais; é sobre onde os R$ 50 seguintes rendem mais do que os R$ 4.500 anteriores. O diagnóstico mostra isso com o seu número, não com média de mercado.
Não. Ninguém honesto promete isso, e desconfie de quem promete. Turnover tem causas que vão muito além de benefício — remuneração, liderança, mercado, projeto de vida. O que fazemos é diferente e mais concreto: aumentamos o grau de tolerância, de paciência e de crédito emocional que sua equipe tem com a empresa. Isso muda como as pessoas interpretam o que você faz. E é sobre essa base que qualquer outro projeto de gestão passa a ter chance.
A NR-1 passou a exigir o mapeamento e o monitoramento de fatores psicossociais. Na prática, isso significa aplicar pesquisas que trazem à tona incômodos que o colaborador muitas vezes nem estava considerando — e, a partir do momento em que ele marca aquele “x”, passa a esperar resposta. O problema é que nenhuma empresa resolve tudo de uma vez, e algumas coisas simplesmente não têm como ser resolvidas. Nossa recomendação técnica é clara: construa reconhecimento antes de aplicar pesquisa de clima. Sem crédito emocional acumulado, a pesquisa expõe problema sem entregar solução — e o clima piora em vez de melhorar.
Os primeiros a responder são cerca de 25% da equipe — as pessoas naturalmente mais receptivas. Os 50% do meio aderem quando começam a ver que funciona, e isso vem da conversa de bastidor: alguém que usou, gostou e comentou no almoço. Os 25% mais distantes são os últimos, e vêm por prova social dos colegas, não por comunicado da empresa. É um trabalho de base, com efeito composto. Quem procura resultado de vitrine em 30 dias vai se frustrar — e preferimos dizer isso agora.
Em 40 minutos, mostramos com número o que sua empresa gasta hoje em benefícios, quanto disso é efetivamente usado e quanto de reconhecimento está sendo deixado na mesa. Sem custo e sem compromisso de contratação.
Atendemos um número limitado de diagnósticos por mês para manter a profundidade da análise. A agenda de [MÊS] tem [X] horários disponíveis.
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